Samuel Batista Paixão

Logando o dia-a-dia para futuras risadas!

Relembrando os velhos tempo de jogatina

Putz, quando eu comprei o DS eu tinha idéia de que ele seria bastante proveitoso para mim pois a maioria de seus jogos (e do GBA) tem um quê de Super Nintendo. Uma grande quantidade de jogos 2D e alguns RPGs com visão superior ou isométrica com belíssimos sprites pixelizados, e isso tudo pra mim é uma maravilha!!!

Atualmente o jogo que mais tem me prendido a atenção é “Castlevania: Portrait of Ruin”. Conheci os jogos da série Castlevania n o Nintendinho e os vi evoluir até a atual geração mas admito que nunca fui fã da série pois achava a jogabilidade muito travada nos primeiros jogos e por isso nunca fui atraz de jogar nenhum jogo da série.

Alguns meses atraz o Davi comprou um PSX e tava jogando o “Castlevania: Symphony of the Night” e pelo que ele me falou o jogo tinha uma puta jogabilidade, uma história sensacional, um visual belíssimo acompanhado de uma trilha sonora memorável. Não vou mentir que fiquei doido pra jogar mas o tempo que tenho pra jogar tinha ficado curto por corta do trabalho e da faculdade, tempo passou e eu ainda não joguei a bendita sinfonia.

Assim que recebi meu flashcard taquei uma porrada de jogos no cartão de memória e por indicação do amigo Kamus eu coloquei o Portrait of Ruin no cartão de memória mas havia deixado o jogo em segundo plano por conta do “The Legend of Zelda: Phantom Hourglass” e do “Megaman ZX” mas qual foi minha emoção ao começar a jogar o Castlevania.

Não sei explicar direito mas o jogo realmente me prendeu e me surpreendeu. Os belíssimos sprites, o enredo, a trilha sonora, os pequenos detalhas e principalmente a jogabilidade. Caralho, eu realmente me impressionei como a Konami conseguiu deixar os controles tão macios e divertidos. Nunca fui fã de Metroid pelo fato de ter que sair explorando os mapas e etc, mas não é que esse elemento que foi introduzido no “Symphony of the Night” (se não me engano) é realmente legal, você fica instigado a vasculhar todos os cantos do mapa, conseguir todos os itens, todas as skills e etc.

Isso tudo me fez superar a maldição da emulação (ter todos os jogos a disposição mas não se concentrar em um único) e me fez lembrar os tempos de infância onde cada jogo era aproveitado e espremido ao máximo pois era realmente difícil comprar um jogo ou aproveitar o pouco tempo de locação. Naquela época eu realmente me comprometia com o jogo, tentava tirar o máximo possível e não ficava naquele esquema de jogar 5 minutos e trocar de jogo, como as vezes faço quando to de saco cheio e fico procurando o que jogar no Xbox.

Pra fechar o post com chave de ouro segue a abertura do jogo em questão!
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